[Capítulo I] Em casa de Ferreiro, Espeto de Madeira.

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[Capítulo I] Em casa de Ferreiro, Espeto de Madeira.

Mensagem por Youta em Qui Jun 08, 2017 4:00 am

[Local - Sim Park – Wichita – Kansas City – Estados Unidos da América]
 
[Data e Hora – 10 de Janeiro de 2070, 20]
 
Estava chovendo. O verão na América sempre trazia fortes monções e chuvas, o que estava tornando a chegada dos cinco cavaleiros de prata um pouco desconfortável. Tinham aportado no Sim Park, local onde a saída do Portal Norte levava. A forte chuva caía sobre eles, deixando-os imediatamente encharcados. A visibilidade era terrível, de modo que precisaram se abrigar na marquise de uma velha construção que ali havia. Outrora um Campo Viçoso de Golfe, a Fundação GRAAD havia comprado o local para garantir que os cavaleiros pudessem se transportar para lá longe de olhares curiosos, e agora ele estava um com ares de abandono, com a grama crescendo descuidada e o prédio da administração, local onde os cavaleiros se teleportaram, com sinais de envelhecimento nas paredes, que se mostravam amareladas e com mofo profundo.
 
 
Estavam em Wichita, uma cidade do Kansas, e levaria cerca de 20 horas de viagem até Grand New York. Era bom que pensassem em seu transporte até lá, ou mesmo que se apressassem em caminhar, pois a viagem era longa.
 
Porém a chuva se recortava de uma forma estranha, de forma que os cavaleiros sentiam no ar uma presença que não era a deles. Eles sabiam, não eram os únicos ali. O vento trazia o cheiro acre de metal enferrujado e de perigo. A visibilidade estava seriamente comprometida, mas eles sabiam que logo seriam emboscados.
 
O cosmo inimigo era sentido por todos os lados, haveria pelo menos um para cada um deles, se não mais. Deveriam pensar na estratégia logo.
 
Súbito, algo cortou os céus em direção à parede da casa: Era uma espécie de disco circular, de aproximadamente 15 centímetros de diâmetro. Ele se aproximou zunindo e brilhando em tom amarelado, de forma crescente. O zumbido de algo chiando, como uma chapa quente a qual se adiciona água estava mais próximo. Aquele disco era o pontapé inicial. Os cavaleiros estavam sob ataque!
 
[Tan tan tan! Começa a aventura, já com pancadaria. Se organizem e vamos começar! Ordem de Postagem é:
 
Bunny
Lygia
Jun
Mikall
Sunao
 

E como diria um certo mestre de artes marciais careca e tarado do passado: Vamos ver essa belezinha mais de perto!]
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Re: [Capítulo I] Em casa de Ferreiro, Espeto de Madeira.

Mensagem por Cyber em Qui Jun 08, 2017 10:27 pm

Não podiam ter um portal em um lugar melhor? Esse foi o primeiro pensamento que surgiu na mente de Bruno, geralmente as instalações da fundação GRAAD eram bem arrumadas, dava para se acomodar bem nelas, ter até um pouco de luxo e treinos em excelentes academias, mas aquele lugar era estranho, como se algo não estivesse certo no ar.




Ele olhou seu celular para ver como a recepção de sinal era ali, já não estava mais no santuário, não existia nenhuma regra sobre não usar eletronicos em missões, o que em varias vezes o ajudou a progredir, afinal ele era um cavaleiro moderno; porém quando checou as barras na tela de seu celular, ele não viu nem mesmo uma.


Era oficial, aquele lugar que mandaram eles era um fim de mundo mesmo, e para melhorar estava chovendo, não que isso fosse um problema para cavaleiros, mas como tinham que se manter discretos teriam que agir como civis normais, o que não fazia muito sentido, afinal um deles tinha um lobo, e o outro um corvo gigante, coelhos eram animais de estimação e sempre podia esconder o Fera como tinta de cabelo, não que o mesmo quisesse agora, apesar de ser feito com tinta a prova d'água ele não era fã de se molhar.

- Eu tenho um mau pressentimento sobre isso!

Certo foi uma conclusão óbvia, até mesmo um aprendiz de cavaleiro conseguiria ter percebido isso, aquilo era cosmo agressivo, vinha de fora, não dava para traçar ao certo de onde estavam, ou quantos eram, estariam as palavras de Chara certas, traidores entre os de aço? Nenhum deles tinha levantado o cosmo desde que chegaram, e agora estavam cercados por inimigos, estariam eles esperando as outras equipes em cada um dos portais? Bem isso não importava no momento.

- Não vou mentir, eu estou empolgado com isso!

Armadilhas eram boas para pegar criaturas pequenas, como os coelhos, mas apesar de usar o pseudónimo de Bunny Star, Bruno era mais uma lebre selvagem, ser caçado por cães já era um costume, ele não conseguiu evitar de sorrir assim que viu o projetil circular atravessando a parede, aquele era o sinal, que os inimigos que estavam ao seu redor estavam prontos para começar a caçada e ele não era uma presa qualquer.

Enquanto puxava de seus bolsos duas latas de spay, olhou para todos os lados daquele muquifu, memorizando cada canto, fazendo mentalmente a trajetoria do projetil circular, com a mão direita ele lançou uma das latas ao próximo canto que o disco ia bater, enquanto começava a rir considerando quantos inimigos estavam lá fora.

- É Hora do Show! Hahaha....
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